21 de fevereiro de 2008

Ilumina!


"O que eu te digo equivale

A circulação

Mapa do dentro

Ao destino

Rio Celeste

braço-de-mar

A curvatura e a torção

Tamanho invisível

Corpo curso intenso da pessoa

Dimensão inconstante

O que te digo adentra, une e ramifica

Desenrola a imagem no fio da palavra

Ingresso de jornadas

Fonte da existência

Desvenda tudo o que desperta,
recorda e faz soar

Ao impulso eu te lanço, anos de claridade

A ligação que se faz

veios silenciosos

Estranhamento na similaridade


Tua expressão avança

No dorso de um animal

No suspiro da Mãe

Na temperança do Pai

Na descoberta do filho

No esperar paciente do ancião

...

O que eu te digo é diminuto
e pode ser dito aqui

A parte incorpórea

Ofereço-te

Coluna do espiritual

Vem

Ao transito lento
Amor meu

Sem distrações

Nem desvios

E se um dia reencontrares essas notas

Num varal disposto ao vento

Toca de leve nessa fórmula

Um leve ruflar de asas

O que eu te digo agora é uma serenata

Ouve."
( trechos: 'Claridade ou encontrar extraindo' , Daniela Duarte)

Um comentário:

Anônimo disse...

Oi! Passo só pra deixar um "rastro de Deus"... Não somos perfeitos, mas a BUSCA já é tudo o que podemos nos esforçar diante do nosso nada... Que a graça de Deus seja constante na sua vida e missão. Meu abraço carinhoso,
*Candidata Maria Cristina/ Praia Grande/SP*

"O coração é a metáfora do que o cérebro já decidiu" (Pe. Fábio de Melo)